Cidades Inteligentes

Istambul, ano 2000: 8 800 000 habitantes. Istambul, ano 2022: 15 400 000 habitantes.

Megatendências Megatendências

Dados que corroboram o crescimento que as cidades registam. Uma transformação que prevê que, nos próximos anos, 70% da população viverá em áreas urbanas. Mas isso exigirá soluções que possam satisfazer as necessidades dos seus residentes, melhorando a sua qualidade de vida, soluções inteligentes capazes de combinar os benefícios para o planeta com os benefícios económicos.

Porquê investir nesta tendência?

• Qualquer ativo pode fazer parte de uma base blockchain.
Independentemente de ser tangível ou intangível: identificação de pagamentos através do telemóvel, controlos fronteiriços, cadeias de abastecimento, saúde, finanças, jornalismo, energia, música, caminhos de ferro, transportes marítimos, imobiliário, propriedade intelectual...

• Uma tecnologia que reduz os crimes de fraude online.
Estes crimes registaram um aumento de mais de 800% desde 2011. A importância da utilização da blockchain na cibersegurança deve-se à forma como esta tecnologia ajuda a reforçar os sistemas de segurança e a proteger mais eficazmente as informações sensíveis. Um benefício vital, por exemplo, para o setor financeiro.

• Informação rápida, segura, verdadeira e mais rastreável.
Aceder às informações armazenadas de forma imediata é vital para as empresas. Através da blockchain, estas podem seguir encomendas, pagamentos, contas, produção, transporte... até chegar ao consumidor. Isto traduz-se numa redução dos riscos e dos custos para todas as partes envolvidas.

 

Uma cidade inteligente visa beneficiar a sua população, concentrando-se no aumento da sua qualidade de vida e tendo sempre em atenção a sustentabilidade ambiental.

Megatendências Megatendências

As cidades com melhores infraestruturas, maior comodidade e oportunidades de emprego atrativas tendem a atrair talento global e, consequentemente, a indústria.

Há exemplos bem conhecidos, como São Francisco, Londres, Paris ou Nova Iorque, cidades que, devido à sua grande densidade populacional, serviram de base de lançamento para uma grande variedade de projetos empresariais.

Cidades com maior densidade populacional e consumidores mais jovens.
Jovens com rendimentos disponíveis mais elevados, os ingredientes perfeitos para a inovação e o empreendedorismo.

Cidades cada vez maiores, que precisam de crescer em infraestruturas essenciais.
Por exemplo, o desenvolvimento de transportes em grande escala, de aeroportos ou de pontes.

Cidades hiperconectadas.
Caracterizam-se por uma utilização profunda das tecnologias, desde a nuvem às redes sem fios, para garantir uma gestão economicamente mais eficiente.

Cidades onde o automóvel tem os dias contados.
Para deslocações curtas, a utilização do automóvel será substituída por deslocações a pé, de bicicleta ou em transportes públicos; para deslocações mais longas, será dada preferência aos veículos elétricos e de condução autónoma.

Um objetivo: a autossuficiência energética:

Redução do impacto ambiental através de sensores.
Sensores que monitorizam a utilização dos recursos disponíveis e a poluição.

Investimento em infraestruturas com baixas emissões.
Os transportes públicos, as energias renováveis, a eficiência dos edifícios comerciais e uma boa gestão dos resíduos podem reduzir os custos energéticos das cidades em mais de 17 000 milhões de dólares até 2050.

Inovação e desenvolvimento tecnológico.
Novas ideias e tecnologias para as novas cidades: entrega de mercadorias por drone, utilização da água do mar para reduzir a temperatura nas casas, comboios conectados, semáforos inteligentes para reduzir os engarrafamentos ou a utilização de controlo remoto para gerir as nossas casas.

Cidades e megacidades em números: 80% do PIB mundial é gerado pelas cidades.

Dados da consultora McKinsey:
Em outubro de 2018, as 50 principais cidades representavam 8% da população mundial, 21% do PIB mundial, 37% das famílias urbanas com rendimentos elevados e 45% das empresas com mais de 1000 milhões de dólares de receitas anuais.

Dados da ONU:
A ONU prevê que, em 2030, o mundo terá 43 megacidades com mais de 10 milhões de habitantes. Se isso acontecer, só haverá terreno fértil para o crescimento através da inovação.

Dados do Banco Mundial:
Atualmente, 55% da população vive em cidades e, em 2050, prevê-se que este número atinja os 70%, com o consequente aumento do PIB.

Megatendências Megatendências

Universo de investimento

A nossa proposta de investimento centra-se em empresas que contribuem ou beneficiam da urbanização global. Empresas que operam em setores como a mobilidade, as infraestruturas ou a gestão sustentável de recursos, das quais as mais importantes são:

• Empresas que contribuem para uma melhor qualidade de vida nas cidades através da aplicação de novas tecnologias.
• Empresas dedicadas à gestão da cidade, à construção da cidade e à vida na cidade.

O que pensam os especialistas?

• Segundo a ONU, em 2050, cerca de 70% da população mundial viverá em cidades, o que significa que as cidades terão de ser redesenhadas, com uma mudança no modelo de construção que envolve a industrialização do setor e maiores necessidades de gestão de resíduos, água, tráfego ou comunicações.
• Um relatório da OCDE estima que, até 2030, as necessidades de investimento em infraestruturas de energia, transportes, água e telecomunicações, sem ter em conta as considerações climáticas, atingirão 6,3 biliões de dólares por ano.
• Um relatório recente da Comissão Mundial sobre a Economia e o Clima concluiu que investir em transportes públicos de baixas emissões, utilizar mais energias renováveis bem como aumentar a eficiência dos edifícios comerciais e da gestão de resíduos nas cidades poderia reduzir os custos energéticos a nível mundial em cerca de 17 biliões de USD até 2050, assim como reduzir o tempo gasto nas deslocações de e para o trabalho e melhorar a qualidade de vida em geral.

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