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Diretor da Bankinter Gestión de Activos comenta a atual evolução dos mercados

20.10.2025

Escrito por: Bankinter Portugal

Na habitual coluna que assina no Jornal de Negócios, o diretor da Bankinter Gestión de Activos aborda a valorização das cotações do ouro e da prata, que atingiram recentemente novos máximos históricos. Para José Miguel Calheiros, esta evolução confirma o papel duplo dos dois metais preciosos como ativos-refúgio “num contexto global marcado por tensões geopolíticas, dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida norte-americana e um dólar estruturalmente mais fraco”. Adicionalmente, assinala que as empresas mineiras de ouro e prata continuam muito baratas face à dimensão da valorização do ativo subjacente, fruto de anos e anos de disciplina financeira e políticas de capital mais prudentes. “Com balanços equilibrados e cash-flows a nível recorde, podem bem ser a oportunidade de investimento preciosa nos próximos trimestres”, refere o diretor da Bankinter Gestión de Activos.

A situação política nos Estados Unidos é outro dos temas destacados pelo diretor da Bankinter Gestión de Activos. “A paralisação parcial do governo norte-americano suspendeu e atrasou a divulgação de dados macroeconómicos essenciais, trava decisões de investimento público e mina a confiança dos consumidores e investidores” afirma José Miguel Calheiros, acrescentando que o “shutdown” prolongado é mais um exemplo de que a instabilidade política tem custos económicos reais — e pode, de repente, contagiar os mercados”.

O comentário do diretor da Bankinter Gestión de Activos no Jornal de Negócios inclui ainda uma breve nota sobre o fecho do processo de insolvência da divisão europeia do Lehman Brother, que permitiu recuperar cerca de 28 mil milhões de libras para os credores, 17 anos depois do colapso do banco. Para José Miguel Calheiros é “um símbolo do fim de um ciclo e um lembrete de que, por mais exuberante que pareça o presente, a história, nos mercados financeiros, tem o hábito de se repetir — sobretudo quando o apetite por risco parece inquebrável”.

Leia na íntegra no Jornal de Negócios.