Big Data

Pesquisamos, damos a nossa opinião, trabalhamos... Tudo fica armazenado, mas a questão é: onde?

Megatendências Megatendências



Onde e para quê. A resposta é o Big Data. Dados em grande escala, tão complexos que exigem novas e constantes aplicações informáticas capazes de os armazenar e, igualmente importante e necessário, de os analisar.

Os dados crescem e crescem.
Estamos a gerar cada vez mais dados, tanto a nível individual como a nível empresarial. Este facto mobilizou as empresas a adaptarem-se a esta situação, incorporando o Big Data nos seus modelos de negócio.

• Antes e depois da pandemia.
O que antes da pandemia poderíamos considerar como uma diferença, tornou-se uma obrigação. As empresas adotaram naturalmente o novo modelo digital: videochamadas, teletrabalho, Zoom...

O Big Data já está presente em todos os setores da economia.
É a digitalização da economia, uma realidade que em termos de investimento a longo prazo é relevante, pois permite uma maior diversificação.

 

Na sequência da pandemia, as empresas viram a necessidade de estarem preparadas para aceder aos seus dados remotamente.

Megatendências Megatendências

Uma verdadeira revolução que obrigou as empresas a investir no armazenamento na rede ou em cibersegurança, em suma, a reorientar os seus sistemas de trabalho e modelos de produção para a digitalização:

Uma digitalização que afeta todas as áreas empresariais
Os modelos digitais estão presentes em todos os domínios de atividade, desde os sistemas de produção (sensores capazes de desencadear processos de produção em função da procura, de antecipar um problema de fornecimento que possa pôr em causa o abastecimento, etc.) até à gestão financeira através da nuvem.

A interconexão de dispositivos gera uma enorme quantidade de dados que requerem um processamento massivo capaz de os converter em informação.

E, atualmente, a informação é um dos bens mais preciosos para o desenvolvimento empresarial: o que compramos, a que horas o fazemos, como nos comportamos, quais os nossos hábitos, como nos deslocamos, como usufruímos dos nossos tempos livres... Um etc. tão extenso que parece não ter fim.

Os quatro "V" da tecnologia de Big Data:

• Volume.
Falamos de um mercado em plena expansão, com uma previsão de crescimento extraordinária para os próximos anos.

Variedade.
Para que esses dados possam ser convertidos em informação, é necessário combinar dados proporcionados por diferentes fontes.

Velocidade.
A tecnologia de Big Data tem de ser capaz de armazenar e analisar de forma rápida os dados obtidos.

Veracidade.
Este é o último "V" incorporado pela gigante IBM, que defende a necessidade de confiar nos dados obtidos. Só assim é possível tomar decisões de forma correta.

Universo de investimento

A nossa proposta de investimento identifica empresas envolvidas em setores tecnológicos ou relacionadas com a tecnologia de análise avançada (Big Data).

• Empresas que analisam diferentes fontes: internet e telemóveis, internet das coisas, dados setoriais ou dados experimentais.
• Empresas que analisam dados estruturados, não estruturados ou semiestruturados.

O que pensam os especialistas?

• De acordo com a Action Data, estima-se que cada pessoa online gera atualmente cerca de 1,7 megabytes de dados por segundo, muitos dos quais são conservados.
Outro facto relevante: a Comissão Europeia estima que, até 2025, serão necessários treze milhões de especialistas em Big Data para satisfazer a procura neste setor.

A configuração é necessária

A configuração é necessária

A configuração é necessária

A configuração é necessária

A configuração é necessária